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  1. A história das primeiras-damas no Brasil esteve sempre ligada à imprensa sensacionalista. Dna. Darci Vargas, por exemplo, era toda dignidade diante dos escapadas do “baixinho” com a vedete Virginia Lane. A mais famosa primeira-dama brasileira, Maria Tereza Goulart, gostava de se deixar fotografar impecavelmente produzida pelo costureiro Dener, o mais famoso “Designer” do Brasil. Foi eleita, por uma revista da moda, como uma das dez mulheres mais belas do mundo. E de fato era. Mas o papel da primeira-dama no Brasil,começou a ser questionado com Dna. Ruth Cardoso, antropóloga, professora e conferencista de nível internacional. “Isso é uma caricatura do original americano. Esse cargo não existe”. Foi ela quem lançou as bases para os programas assistencialistas no Brasil, como o Comunidade Solidária. Com porta de entrada e porta de saída. O PT apropriou-se do programa como se fosse seu, e lançou o Bolsa Família. Com porta de entrada, apenas. Em 2008, Dona Ruth foi surpreendida com um falso dossié elaborado pela Casa Civil, chefiada por Dilma Rousseff. Dna. Ruth iria morrer logo em seguida. A primeira-dama seguinte seria Dna Marisa Letícia. Com ela, Não se tem notícia de nenhuma ação sua, de nenhuma atitude pública sua,, de nenhum pronunciamento seu. Preocupou-se, apenas, em transportar para o Palácio da Alvorada, as suas rotinas domésticas. Segundo o Diário do Poder, de Claudio Humberto, após o fim do mandato de Lula na presidência, Dna.Marisa Letícia mandou colocar nos caminhões de mudança objetos públicos , incluindo um cocho para alimentar porcos, presente de Juscelino, e transformado em floreira por Dna. Marly Sarney. Um cocho para porcos, vejam só! Eles não esqueceram nem o cocho para os porcos!

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