A TEIA LAVA-JATO-BOLSONAROS-MILICIANOS

Toda a família Bolsonaro se manifesta a todo momento, menos um dos filhos. O pai e os garotos Eduardo e Carlucho não saem do Twitter. Mas Flávio, o amigo e patrão de Fabrício Queiroz, sumiu.
O pai ainda tenta entender o que significa golden shower. Eduardo autoproclama-se todos os dias líder da direita latino-americana. Carlucho ataca a imprensa, também da manhã à noite.
Mas Flavio sumiu dos noticiários. Uma hora terá de reaparecer. Amanhã começa de fato a nova legislatura, e aí a ficha vai cair.
Flávio Bolsonaro vem sendo poupado pela imprensa pelo foco nos escândalos dos laranjas do PSL (que vai derrubar também o ministro do Turismo) e mais agora no caso dos R$ 2,5 bilhões das Organizações Tabajara da Lava-Jato de Deltan Dallagnol.
Esta semana, teremos essas três pautas: os laranjas de Flávio-Queiroz, os laranjas do homem do Turismo e a caixinha bilionária da Lava-Jato com o dinheiro da Petrobras.
Esta também é a semana em que se completa, dia 14, um ano da morte de Marielle. Todos os casos e os grupos têm relação.
A Lava-Jato encarcerou Lula e abriu caminho para os Bolsonaros. Os Bolsonaros são amigos e protegidos e protetores de Queiroz e dos milicianos. E os milicianos mataram Marielle.
Quando essa teia for desfeita, o Brasil poderá retomar a democracia. Antes, é importante que se evite que a Lava-Jato se aproprie de dinheiro de uma estatal que ainda é dos brasileiros, não é de Deltan Dallagnol nem dos americanos.
Sergio Moro num governo enredado com milicianos e Dallagnol com o dinheiro da Petrobras.
E eles dizem caçar mafiosos do crime organizado…

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