DOENTES

Altas autoridades das altas cortes, altos políticos, altíssimos empresários, altos palpiteiros, altos jornalistas fofos, altos ‘pacifistas’ poderiam parar de tratar o ataque a Bolsonaro como um atentado político à democracia.
Foi um atentado a um político, mas parem de discursar como se condenassem a ação articulada de alguém que se expressa politicamente.
Bolsonaro foi vítima de uma pessoa doente. A imprensa estrangeira já deu ao caso o tratamento que merece.
Bolsonaro acionou a ira de um indivíduo que desejou sua morte, inspirado talvez na retórica fascista do próprio Bolsonaro.
O agressor, a cena, as reações e os ódios potencializados podem ser a expressão de um país doente do ponto de vista social e político.
O doente não é só o homem da faca. Por isso, parem com essa história de atentado à democracia.
Bolsonaro nunca foi guardião da democracia. Usem seus latins para outras pregações.

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