LITERATURA DE RESISTÊNCIA

Teve choro bom no lançamento do livro Dilma Rousseff – A senhora da democracia (Editora Compactos), ontem à noite. Dois dos autores de crônicas, artigos e poemas do livro, a paraense Iêda Maria Louzada Guedes e o catarinense Fabio Shok, falavam um pouco e choravam. E eram aplaudidos.
A sede do PT municipal de Porto Alegre estava lotada. Foi uma festa com uma boa pegada política e emotiva.
O livro reúne textos de gente de todo o Brasil, entre os quais meus amigos de Porto Alegre, o Ívano Jorge de Castro Correa (que fez uma fala forte sobre a necessidade de maior articulação das esquerdas também nas redes sociais) e a Claudine Rota.
Uma bela ideia de reunir a literatura da resistência, organizada pela Cleusa Slaviero. E, como disse Claudine, uma homenagem não só à Dilma, tema de todos os textos, mas a todas as mulheres que também foram golpeadas em agosto de 2016.
O livro é a prova de que resistiremos com arte e alegria. E, se for preciso, com algum choro.
(As fotos são do Emílio Pedroso)

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