ONYX E O MOTORISTA

Aconteceu o que Onyx Lorenzoni mais queria. Uma notícia nova, sobre um rolo novo, tirou seus caixas dois (são dois caixas dois investigados) do noticiário.
Ninguém mais se interessa pelos R$ 100 mil do novo caixa dois de Onyx. É pouco dinheiro. Agora, a notícia é a conta de R$ 1,2 milhão movimentada por um motorista de Flavio Bolsonaro.
O Estadão deu a notícia ontem e hoje acrescentou que há mais uma personagem na história, uma assessora de Bolsonaro pai. 
Folha e Globo estão encabulados com a história. Não fizeram nada que acrescente muito ao que o Estadão já deu. O jornalismo brasileiro anda devagar, e agora com Bolsonaro mandando parece andar mais devagar ainda.
Por que os jornais estão encolhidos? O que os jornais temem?
A tarefa dos próximos dias do jornalismo é entrar na investigação e saber o que o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) descobriu.
E encontrar logo Fabrício Queiroz, o milionário motorista e ex-soldado da PM do Rio. Onde esconderam o homem que movimentou em um ano uma conta de R$ 1,2 milhão, sempre tentando ludibriar o Coaf?
Quem será o primeiro jornalista a encontrar e ouvir o motorista que fazia depósitos na conta de Michelle Bolsonaro?

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