O gerente

A ascensão do candidato Emmanuel Macron na França é mais um exemplo do avassalador sucesso dos gerentes. Se estivesse numa firma, Macron poderia seguir em frente, até a aposentadoria, como um gerente mediano.

Na política, um gerente ou alguém que se diz gestor está por ali, ninguém dá nada por ele e de repente o sujeito com cara de cunhado pode virar prefeito, governador ou até presidente da República.

Pelo que contam desse Macron, se quisesse ele poderia até virar imperador montado em um cavalo branco.

Eu, se fosse dirigente de partido, sairia a arregimentar gerentes para as próximas eleições. O século 21 é o século dos gerentes. Mas tem que ser de direita.

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