Pilantra

Ouvi o áudio do “editorial” que um sujeito leu numa rádio de Porto Alegre sobre a violência e os assassinatos na cidade.
Medalha de ouro de idiotia para o homem cujo cacoete é falar como se fosse uma mistura de adolescente com malandro. O tal radialista deseja o massacre de colegas de profissão e seus familiares.
É a gritaria de sempre de que a criminalidade se multiplica também porque há defensores de bandidos. Estes ‘defensores’, diz o editorial, devem ser os próximos escolhidos pela bandidagem.
E os ignorantes, segundo ele, são os outros.
Trata-se de um grande oportunista de dramas pessoais e do trauma coletivo com a insegurança de toda a cidade.
O sujeito do tudo-pela-audiência ainda simulou, à la Janaína Paschoal, no seu estúdio mundo cão, que iria ter um troço no ar.
Pilantra. Vou repetir: pilantra.

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