RACISTA SEM COMENDAS

Se a moda pega no Brasil, haverá uma devolução em massa de medalhas, comendas, diplomas e outros adereços e boa parte do governo bolsonarista ficaria sem honrarias.
Esta é a notícia do momento no mundo:
Um dos maiores laboratórios de Nova York cortou relações com um cientista americano que ajudou a descobrir o DNA — e por isso venceu o Prêmio Nobel —, James Watson, de 90 anos, após comentários racistas.
Em um documentário recém-divulgado pela emissora americana PBS, ele afirmou que “raça e inteligência estão conectadas”. Mesmo que suas posições sejam conhecidas há muito tempo.
O Laboratório Cold Spring Harbor (CSHL, na sigla em inglês) informou que revogou todos os títulos e honrarias de Watson, que liderou o laboratório por muitos anos.
O laboratório “rejeita inequivocamente as opiniões pessoais improcedentes e imprudentes que o Dr. James D. Watson expressou sobre o tema de etnia e genética”, disse, em comunicado, o atual presidente do CSHL, Bruce Stillman.
“As declarações do Dr. Watson são repreensíveis, não têm base na ciência e de modo algum representam os pontos de vista do CSHL, de seus curadores, professores, funcionários ou estudantes. O laboratório condena o mau uso da ciência para justificar o preconceito”, acrescenta o comunicado.
E no Brasil? No Brasil, muitos racistas oferecem honrarias aos amigos racistas.

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