Só de um lado

Uma divagação do domingo. Tenho aqui diante de mim, numa prateleira (nem sei como veio parar aqui perto), o livrinho de bolso da novela O Rapaz que suava só do lado direito, do Antônio Carlos Resende.

Tem 190 páginas em letrinhas socadas. Se tivesse mais de 300, seria um livrão, no sentido do acolhimento na época.

Resende foi um cara subestimado. E esta novela tão boa de ler também foi, talvez por isso mesmo, porque era de uma coleção pocket da RBS/Globo de 1978, não era um livro grande.

Mas o que importa isso hoje?

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