O duelo com o pavão

Quando a esquerda pensou que travaria um grande duelo na Internet com o Carluxo e os robôs do seu pavão misterioso? Todos merecemos o pavão que saiu do armário, pelo menos como pavão.
O limite hoje é apenas o absurdo do dia seguinte, indefinidamente. O absurdo de hoje não será mais nada daqui a uma semana.
Se os filhos de Bolsonaro fossem declarados pelo pai como príncipes herdeiros, desfilando por aí com todas aquelas comendas que todo mundo ganha do governo, a vida continuaria e o povo seria ainda mais feliz, com carruagens, casamentos reais, luxo, luxúria e fofocas.
O Brasil merece os Bolsonaros, merece até mais do que eles já fizeram. O país pede mais e mais do reino dos Bolsonaros.
A família Bolsonaro, a direita, a extrema direita sabem que ficou fácil manobrar com todas as ignorâncias. Somos um país acovardado, imbecilizado e achinelado.
O Brasil é um monte de Bolsonaros, alguns enrustidos, outros dissimulados, mas com o mesmo caráter, terrivelmente Bolsonaros.

Um índio diferente

Leo Índio, o primo de Carlos Bolsonaro, arrumou emprego com o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), vice-líder do governo.
Índio vai ocupar o segundo maior cargo do gabinete, ganhando R$ 22,9 mil mensais.
O primo do Carlucho é o único índio bem tratado por gente ligada ao governo.
O que será que esse índio tem que os outros não têm?