A força do dinheiro

Repetem-se as reportagens sobre os milionários que estão financiando as campanhas de candidatos a deputado federal e estadual.

A maioria doa dinheiro grosso para candidatos da direita. E muitos dos que recebem as doações são investigados por corrupção.

A proibição de doação por empresas não mudou quase nada, apenas fomentou uma farsa.

As empresas não doam, mas seus donos e seus altos executivos continuam sendo os maiores doadores, principalmente aos candidatos golpistas.

Troca-se a pessoa jurídica pela física e tudo continua na mesma. O poder econômico tenta sempre determinar o rumo da eleição.

Minha campanha a deputado estadual pelo PT só vai adiante porque recebi colaborações de amigos. São até agora 68 doadores, no sistema de financiamento coletivo.

A maioria eu conheço, mas muitos desconhecidos me surpreendem com seu apoio. Todos, os amigos antigos e esses novos amigos, me emocionam. Porque há uma grandeza no gesto de financiar um projeto político de esquerda.

Sem esse suporte financeiro, eu não teria como sustentar a candidatura. Eu e a maioria dos candidatos enfrentamos nomes da direita que recebem fortunas.

Fazer o quê? Seguir em frente e acreditar que o que vale mesmo é a conquista do voto. Eu luto por um mandato na Assembleia com o que tenho.

E o que tenho são minhas ideias, minhas propostas, minha história como jornalista e minha palavra. Mas só vou adiante com o apoio dos amigos.

Obrigado aos que decidiram me ajudar (muitos com contribuições singelas, o que me honra mais ainda) a enfrentar o poder do dinheiro que manipula eleições.

(Quem quiser conferir o site de doações com detalhes sobre o que recebi até agora, além das propostas que defendo como candidato, pode acessar o link que está na área de comentários. Agradeço aos que reforçarem o financiamento da minha campanha.)