A resistência

Quarta-feira à noite, ouvi José Dirceu em palestra na Federação dos Bancários e ontem pela manhã participei de uma roda de conversa coordenada pelo Rodrigo Dilelio, presidente do PT de Porto alegre, na sede do partido.
Se pudesse resumir em três pontos as falas de Zé Dirceu, nos dois encontros, eu deixaria assim:

É possível resistir, nas universidades, nos sindicatos, nos movimentos sociais, na Igreja progressista (a católica e as luteranas, digo eu), nos bairros e, claro, nos partidos e principalmente com a força dos jovens.

Preparem-se para a estrutura de vigilância que está sendo criada (nas sombras da caçada ao tráfico e ao crime organizado) com caráter e formato de polícia política.

Não desistam nunca de lutar pela libertação de Lula.

O jornalismo e o golpe

A CUT/RS promove esta semana um seminário sobre comunicação, e um dos temas dos debates está presente em qualquer conversa pós-golpe. O que a comunicação (considerando-se aí a imprensa em geral) tem a ver com o momento político.

O painel sobre política e comunicação é na quinta-feira, dia 1º de dezembro, às 9h30min, no auditório da Federação dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Instituições Financeiras/RS, em Porto Alegre. É para profissionais da comunicação dos sindicatos filiados e para diretores das entidades.

Os debatedores serão Juremir Machado da Silva e este que vos fala. O assunto é bom, e sempre me agrada participar de uma conversa sobre jornalismo com o Juremir.

Vou dizer o que repito como obviedade: sem o jornalismo subserviente não teria acontecido o golpe.