A tragédia e os jornalistas

Ninguém é mais alegre e feliz no jornalismo do que um repórter de futebol. Dos 20 jornalistas mortos no avião da Chape, a metade era uma gurizada. Estava vendo agora seus retratos no site do Globo.
O futebol é o campo de entrada de muita gente na profissão e uma área ainda povoada de veteranos, apesar do desprezo de certas organizações com quem tem mais de 50 anos.
A tragédia acaba com projetos pessoais e familiares e com talentos que ajudariam a configurar mais adiante a nova imprensa do século 21. Os que morreram davam forma ao jornalismo que vem tentando ser diferente do que se faz até hoje.

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