Teses

Manuela d’Ávila escreveu aqui no Face que está travada na dissertação de mestrado. Eu já escrevi dezenas de teses, nenhuma com reconhecimento acadêmico.
A última delas dizia que, para escrever uma carta ou uma tese, é preciso ter solidão e mais foco do que inspiração. É original, muito inovadora, é uma tese de linha neoliberal.
Uma outra dizia que 96,7% dos que ficam em casa levantando-se a toda hora para fazer café não conseguem escrever uma tese no prazo. Vale para chá, mate, narguilé e assemelhados.
E uma outra, que foi um fracasso, recomenda que não se ouça conselho de quem fez teses, porque cada um diz uma coisa. E muito menos de quem nunca escreveu uma tese dessas sofridas, de destruir uma pessoa sábia. Que é o meu caso. Minhas teses todas têm duas linhas.
E tem uma tese premonitória que formulei hoje e só preciso desenvolver: o golpe não dura até o fim do ano.

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