UM SUSTO EM MACHU PICCHU

O que Sergio Moro irá fazer durante a licença de cinco dias, logo agora, em meio à avalanche de denúncias contra ele? Vai se encontrar com Dallagnol para que acertem uma estratégia de defesa? Vai passear?
E aí surgem as especulações sobre o lugar em que Moro, segundo o porta-voz da presidência da República, vai reenergizar o corpo.
Agora imaginemos o seguinte. Um casal economiza tudo o que pode, poupa dinheiro durante 10 anos, faz um plano de viagem parcelado em 12 vezes e viaja finalmente para o Peru.
Vai realizar o sonho de conhecer Machu Picchu. E está lá no alto, naquela hora em que cai aquela garoa mágica, e de repente surge na esquina de uma ruína o ex-juiz e a conje.
Uma viagem sonhada durante 10 anos, num dos lugares mais fantásticos do mundo, e o casal se depara com o ex-juiz reenergizando o corpo e a mente. Sim, pode acontecer.
Ninguém está livre de se encontrar com Sergio Moro no período da licença de 15 a 19 de julho. Em Machu Picchu, na serra gaúcha, em Nova York. Em todos os lugares, um turista brasileiro poderá ficar ao lado de Moro, olhando lhamas, tomando vinho, ou simplesmente sentado numa praça apreciando o movimento.
Sergio Moro somente não será visto se o eu destino for a sede da CIA, porque ali só os visitantes entram pela porta da frente.

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