Uma eficiência meio confusa

Eike Batista não tentou fugir, quando estava em Nova York, porque seu nome constava da lista de procurados da Interpol. É o que dizem.
Mas quem explica o fato de ter passado numa boa pelos controles do aeroporto em Nova York, no retorno ao Brasil, sem ser barrado em nenhum momento? E ele ficou três horas no aeroporto.
O caso de Eike Batista fica cada vez mais confuso.
(Para relembrar: Guido Mantega foi preso em setembro pela Polícia Federal porque estaria planejando uma fuga. A PF sabia até a data de uma passagem aérea de Mantega para Paris. Mantega só foi solto porque o juiz Sergio Moro percebeu o tamanho da trapalhada. E de Eike Batista ninguém sabia nada.)
E continuam chamando a operação de Eficiência. Um outro nome possível seria Operação Travesseiro.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Website Protected by Spam Master


8 + 9 =