Globo vai se jogar, ao lado de Malafaia, nos braços da extrema direita moderada

Um ano e meio depois do golpe dos manés abandonados por Bolsonaro e pelos generais, há cenários e personagens com papéis definidos. O cenário principal é este: Bolsonaro está morto e cercado de carpideiras. Quem está ao redor pode chorar, pode fingir que chora ou pode, por um empurrão de quem está atrás, cair dentro

Ramagem complica-se com a família

Alexandre Ramagem não é um Anderson Torres e muito menos um Mauro Cid. Torres e Cid eram instrumentadores alcançando ferramentas de trabalho para Bolsonaro e os chefes do golpe e das maracutaias palacianas. Torres cuidava da minuta do golpe e de outras atividades de suporte irrelevantes. Cid tratava da interlocução com os que iriam ajudar

A cadeia é para os manés, mas talvez não seja para Bolsonaro

Brasileiros que acordam otimistas e vão dormir imersos em pesadelos do mais denso pessimismo têm uma dúvida que não se dissipa: e se, com todas as provas, em todas as frentes de investigação, Bolsonaro não for preso? É uma dúvida para insônias recorrentes, não se sabe até quando. Mesmo que venha a ser denunciado, processado

Muitos fugiram desta foto em Balneário Camboriú

As ausências na aglomeração da extrema direita do fim de semana em Balneário Camboriú têm, em alguns casos, a mesma dimensão das presenças. Mesmo que as presenças tenham sido óbvias e sem nomes de grande expressão ao lado de Bolsonaro, além de Tarcísio de Freitas e Javier Milei. O que não é óbvio é que

Bateu o cansaço com tanto fascismo

É quase hipnotizante o desejo de ver a vitória das esquerdas na França como a chance de nacionalizar por toda parte a contenção do fascismo, desde que se tenha a ajuda de um certo centro altruísta. É a nova tentação mundial, que também vai tentar os brasileiros. É a possibilidade que passa a ser medida

Devassaram até os celulares de Bolsonaro, mas não entram nos celulares do véio da Havan

Leiam abaixo trechos do relatório da Polícia Federal sobre a perícia realizada num dos celulares de Bolsonaro, no inquérito das joias das arábias. É a confirmação da devassa no celular, com informações de minúcias sobre horários e até sobre cookies e a transcrição de conteúdos. Os trechos foram divulgados com o fim do sigilo, levantado