NÃO JOGUEM PEDRAS NOS ARREPENDIDOS

Se os líderes da oposição tivessem jogado pedras nos dissidentes de 64, a luta pela redemocratização teria sido mais demorada e traumática.

São muito mais ingênuos do que radicais os que tentam desqualificar a dissidência de golpistas e bolsonaristas hoje, sejam eles civis ou militares.

É o tema do meu artigo no jornal Extra Classe, com link logo abaixo.

https://www.extraclasse.org.br/opiniao/2022/01/nao-joguem-pedras-nos-arrependidos/?fbclid=IwAR1Se-773aTBIQjW5LbfNRuPMeFVYZ0PAxlAaDYLHNXxjZiV3UyXFyFa04c

3 thoughts on “NÃO JOGUEM PEDRAS NOS ARREPENDIDOS

  1. Concordo que não se deve jogar pedras nos dissidentes. Mas daí a jogar “confete e purpurina”, como o Flavio Dino e outros fizeram, já é demais.
    Os militares, medíocres com os seus interesses corporativos, que se acham responsáveis pela tutela do poder civil, são um dos maiores entraves para que se estabeleça no Brasil um Estado de Direito sólido.
    São dissidentes oportunistas, que estão vendo o barco afundando e que querem garantir a mamata, apelando para um discurso patriótico hipócrita.
    Que não se joguem pedras, ok. Mas que escutem bem claramente que sabemos o que eles são e com quais interesses mesquinhos (cargos na máquina) estão de fato preocupados.

  2. Foi só Lula e gleise cogitarem, em razão de negociações com movimentos sociais e com sindicatos de trabalhadores, a possibilidade de revogar as reformas e privatizações, para alguns mais recentes “progressistas” torcerem seus narizes. Já é possível antever os acordos que serão costurados, em 2022, para não desagradar a burguesia. Uma pena.

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