A decisão

No Brasil, o debate sobre ir ou ficar existe desde quando Dom João se refugiou aqui em 1808. Muitos vieram e muitos foram embora depois dele.
Agora, debate-se se Jean Wyllys deveria ir embora, ou se deveria ficar para resistir ao bolsonarismo e às milícias.
Só quem sabe é Jean Wyllys. O resto é palpite de quem está de fora. Não há como comparar situações, lugares e pessoas.
Com Jango e Brizola aconteceu o mesmo. E com muitos dos que se exilaram em algum lugar com o golpe de 64.
Agora é diferente, claro, e Jean Wyllys não é um Brizola. Mas cada um sabe a fúria do cão que está a caçá-lo e o que fazer para continuar vivendo.
Vá, Jean Wyllys, e volte quando achar que pode e deve.

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