A ESQUERDA CAI NA ARAPUCA E SALVA O PROGRAMA DO HOMEM-MOSCA

A vaidade de alguns e a desculpa de que é preciso ocupar espaços empurraram a esquerda para a armadilha das entrevistas no Manhattan Connection. É um gesto amador movido pela sedução do polemismo.

Estão indo ao programa que a Globo não quis mais (e que se acomodou na TV Cultura de São Paulo), para serem agredidos por Diogo Mainardi, o homem-mosca.

Fernando Haddad já sofreu agressões de Mainardi. E agora o sujeito mandou o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, tomar no c.

Qual é a vantagem? Nenhuma. Entram na provocação de Mainardi, que consegue grande repercussão das suas bobagens no dia seguinte, e asseguram audiência a um programa fajuto.

Parte da esquerda adora um picadeiro, mesmo que seja no pântano da extrema direita. O PT está salvando o programa que faz parte do esquema das facções antiPT.

O sonho do homem-mosca é ficar diante de Lula. É o tipo de confronto em que, mesmo que ganhe de 7 a 1, Lula sairá perdendo.

O que Lula poderia ganhar surrando Diogo Mainardi, num momento em que precisa calibrar melhor seu discurso e evitar embates inúteis?

Seria pior do que debater com bêbado, porque um bêbado pode ter escrúpulos. Apesar de ser atraído todo tempo para o duelo, é impossível que Lula caia na arapuca.

O surto de Mainardi na conversa com Kakay indica que seu descontrole vem crescendo e que a qualquer momento tudo pode acontecer no programa.

Haddad disse no ar, ao ser atacado por Mainardi em fevereiro, que ele é “uma pessoa muito problemática, inclusive psicologicamente”.

Não é de se afastar a hipótese de o homem-mosca comer fezes ao vivo, com as mãos, com os olhos arregalados.

Fezes enviadas dos Estados Unidos por Olavo de Carvalho. Estamos lidando com os impulsos e os desejos do homem-mosca.

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