A FEMINISTA DE DIREITA E O NEGRO RACISTA

A deputada Flordelis está dizendo na capa da Folha que Deus vai salvá-la e que ela vai escapar da cassação na Câmara e da condenação na Justiça.

Os filhos de Bolsonaro escapam de todo tipo de julgamento. Flordelis vai escapar. O deputado de São Paulo que assediou a colega já escapou.

Os pilantras da direita escapam sempre e, como os cultos estão liberados, podem ir à igreja hoje celebrar a ressurreição de Cristo.

Mas não vou falar mais nada da Flordelis porque podem me acusar de machismo. Gente da estirpe da Flordelis tem a proteção de Deus e de um certo ‘feminismo’ de direita.

No Brasil, como diria Tim Maia, inventaram até um estranho “feminismo” adequado à defesa do que há de mais reacionário e que, se for preciso, defende até fascistas.

No Brasil, uma certa direita que pretende ser de centro e até de esquerda não permite que se critiquem mulheres golpistas, porque esse “feminismo” considera qualquer ataque a essas golpistas um preconceito de gênero e um ato machista.

Essa direita que se acha de esquerda nunca escreveu uma linha sobre o levante machista que derrubou Dilma. Mas está a postos para brincar de feminismo raso quando isso convém.

O Brasil tem negro racista no governo e tem maconheiro militante bolsonarista pedindo o golpe e ao mesmo tempo liberdade de expressão e o direito de fumar o que quiser.

Mas vou parar por aqui porque a Associação dos Maconheiros da Extrema Direita pode me atacar.

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