A TURMA DA GRIPEZINHA VIROU UMA GANGUE

Roberto Justus pode ser apenas o marqueteiro de uma turma que já se organizou para defender a ideia da gripezinha e condenar o isolamento social que tenta conter a pandemia.

O fato novo é a intensificação das ameaças dos empresários para que os funcionários pensem na possibilidade de perder o emprego, se não voltarem logo ao trabalho.

A etapa que começa a ser cumprida ela extrema direita empresarial é a da disseminação do terror. Alexandre Guerra, da rede de restaurantes Giraffas, fez um vídeo em que diz:

“Você que é funcionário, que talvez esteja em casa numa boa, numa tranquilidade, curtindo um pouco esse home office, esse descanso forçado, você já seu deu conta que, ao invés de estar com medo de pegar esse vírus, você deveria também estar com medo de perder o emprego?”

Se o Ministério Público agisse como deveria agir, um sujeito como esse seria enquadrado por desafiar normas de saúde pública em tempos de guerra.

Os véios da Havan e do Madero estão no mesmo grupo. Todos jogando para a torcida da extrema direita.

A palavra gripezinha, usada por Justus e Bolsonaro, é a senha para a propagação das ameaças.

É um grupo em crescimento, e não pense que só nas grandes corporações. O terror dos empresários de todos os portes será espalhado junto com o coronavírus.

Eles precisam ganhar dinheiro sempre, porque o risco maior para essa turma é ter de recorrer às suas fortunas pessoais para salvar seus negócios.

A fortuna pessoal dessa gente é intocável. O coronavírus expõe o caráter do capitalismo predador, que sempre foi assim. Eles são pré-Bolsonaro.

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