A indiferença com a facção ‘Povo de Israel’
Tudo é inspiração. Está na capa do Globo: facção do crime que mais cresce nas prisões do Estado do Rio e já chega a 18 mil membros chama-se ‘Povo de Israel’. Ninguém acha ofensivo?
O detalhe que parece fora do lugar é a palavra povo, aqui no sentido de soldado ou combatente. Está evidente que, além da referência religiosa, explicada pelas pregações neopentecostais e seus pretensos vínculos com Israel, há o sentido belicista.
Os defensores do povo de Israel e os preocupados com a retórica antissemita deveriam reagir. Por que não reagem à tentativa da criminalidade, com suporte do fascismo, de estabelecer essa relação com Israel?
Sempre lembrando que nunca houve reação alguma ao fato de que o inelegível tira fotografias com políticos nazistas e ao mesmo tempo se declara grande amigo de Israel e de Netanyahu.

apartheid, eliminação dos “amalek” (animais), espaço vital, violência extrema contra todos que não sejam do “povo escolhido por um deus da Idade do Bronze”, História constantemente re-escrita, mentiras infindáveis e contínuas. Europeus brancos (e agora “americanos do Brooklin”).
Isso descreve a Alemanha nazista ou o dito “estado judeu”?