A INVASÃO DA REDENÇÃO

Uma informação aos que se espantaram com a notícia de que parte da Redenção será privatizada para a construção de um centro comercial. Nos anos 70 da ditadura, a prefeitura dos interventores lançou a ideia de privatizar a Redenção para projetos de prédios residenciais.
As construtoras iriam fazer a festa. Houve reação e a ideia não prosperou. Mas outros projetos recentes, de tempos de democracia, continuam indo adiante, o que significa que, se quiser, a prefeitura faz o que bem entende para fortalecer a ideia de que Porto Alegre é um negócio, e não uma cidade.
Não duvidem da privatização da Redenção, por brechas legais hoje consideradas inviáveis. Nada é inviável para a direita no poder na Capital e no Estado.
Não duvidem nem mesmo da transformação do Jardim Botânico, por concessão do Estado, num imenso condomínio de luxo.
O único bem público que poderá restar em Porto Alegre será a estrutura de carregadores de celular nas paradas de ônibus.

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