AQUI ESTÁ A PROVA: ELE É O HOMEM-MOSCA

A reação de Fernando Haddad aos ataques grosseiros do homem-mosca não é o melhor momento de ontem do Manhattan Connection, o programa dos jornalistas ultraliberais abrigado por uma TV estatal.

O melhor momento (o trecho do vídeo está logo abaixo) é o do espanto do homem-mosca, quando Haddad diz que o fascista é uma pessoa problemática, inclusive psicologicamente.

O sujeito, sempre tão seguro, estava visivelmente nervoso. A estocada de Haddad foi um teste para que os telespectadores pudessem ver como o sujeito iria reagir.

A reação chega a ser engraçada e prova que aquele é mesmo o homem-mosca. E que mesmo assim, mesmo sendo o homem-mosca, ele não busca ajuda.

E aí é de se perguntar? Qual é o problema em se tratar, se todo mundo em algum momento na vida (a classe média pelo menos) procura ajuda de um profissional, como disse Haddad?

Por que o homem-mosca se considera imune a problemas psicológicos, e mais ainda agora na pandemia?

O homem-mosca deve, sim, procurar entender por que é o homem-mosca, sem preconceitos. Haddad fez o certo ao recomendar que busque entender o que se passa com ele.

Mas o que Haddad ganha indo a um programa como esse? Tudo bem que depois temos um vídeo para compartilhar, podemos rir do homem-mosca, mas e daí?

Essa entrevista é uma boa ideia para alargar o público de Haddad, ou fica entre nós? Talvez não tenha ficado por causa da cara do homem-mosca.

Todo mundo já viu o vídeo, mas eu não tinha compartilhado. Eis a cena assustadora:

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