A última do Temer: pacto e pacificação

Michel Temer ressuscitou no Roda Viva a proposta do pacto nacional, que é a maior pilantragem da política desde o golpe contra Pedro II.

Essa é a sua proposta:

“O pacto nacional seria sentar o presidente da República, o presidente do Supremo, os presidentes do Legislativo com entidades da sociedade civil e até a oposição. Você poderia chamar a oposição: venha aqui, vamos conversar. Vamos encontrar um caminho para o país. Isso precisa ser um conjugação de setores”.

Um resumo, se é que precisa: Lula chamaria o golpismo permanente para uma trégua. Foi um Roda Viva de bobagens.

Disse até que os Estados Unidos têm uma democracia plena e que o general Braga Netto fez uma boa gestão quando da intervenção militar de 2018 no Rio, determinada por ele.

Temer é uma figura literária, é uma invenção de alguém, que se encaixa em várias histórias, com suas mãos de 14 dedos.

Hoje ele parece um personagem da monarquia que não entende direito o que se passa na República.

Temer é um chalaça atemporal e com perenidade. Daqui a 20 anos estará dando palpites sobre a pacificação.

2 thoughts on “A última do Temer: pacto e pacificação

  1. O Temer quer pacificação e o Moisés quer pedrada na cabeça do Milei e tiro no pescoço de conservador.

    Pera lá, Moisés! Seja bonzinho, você está bem crescidinho para brincar de fazer revolução!

    Pare!

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