Abel, o salvador homofóbico
São muitos os depoimentos elogiando a sensibilidade de Abel Braga, que até piano toca, e aí o cara larga essa na coletiva, ao dizer que fez a seguinte ‘brincadeira’ com D’Alessandro:
“Eu falei: pô, eu não quero a porra do meu time treinando de camisa rosa, parece time de viado”.
É difícil que alguém saia ileso hoje. O guru colorado, o salvador do Internacional, chamado para evitar a queda para a segunda divisão, retorna ao Inter mais reaça do que saiu.
Abel virou um sujeito homofóbico. É ruim. Depois, pediu desculpas. Todos eles pedem.
Lembrando que o Grêmio, que avalizou um técnico de extrema direita e tem uma índole supremacista, sempre se negou a usar camisa cor de rosa.
No outubro rosa, todos os times usam, menos o Grêmio. Messi usa chuteiras cor de de rosa num time que usa camisas cor de rosa. Mas o Grêmio não pode. Nem o Inter do pianista Abel Braga.
O futebol gaúcho apodreceu.
(Veja o vídeo no link abaixo)
