As perguntas que ninguém faz ao mandalete do boné
O extremista moderado que governa São Paulo deu uma entrevista coletiva hoje. Disse que o tarifaço do neonazista americano será resolvido pela negociação e não pela política.
Isso foi o que ele disse: “A gente precisa estar de mãos dadas agora para resolver, deixar a questão política de lado e vamos tentar resolver essa questão”.
Nenhum jornalista teve a coragem de perguntar: por que então o senhor colocou o boné de Trump? Por que agora a política deve ficar de lado?
Deveriam perguntar, como questão objetiva, decisiva para que se confronte sua fala com suas atitudes políticas.
O boné na cabeça do extremista moderado é fundamental na compreensão do lado escolhido por ele na chantagem do neofascismo contra o Brasil.
É muito mais do que um adereço, é a expressão da sua adesão de capacho às posições de Trump, desde a eleição do indivíduo que até o estadão define como mafioso.
Por que agora essa conversa de que é preciso buscar a pacificação? Por que usou e escondeu o boné? Poderá usá-lo de novo? Por que apoiou as ameaças?
O jornalismo covarde das corporações deveria buscar inspiração na bravura dos repórteres do tempo da ditadura.
O jornalismo brasileiro da grande imprensa, que frequenta essas coletivas, é frouxo e medroso.

Se os patrões são tarcisistas, por que o repórter vai desagradar aos patrões, fazendo perguntas lacradoras?
Correto está o repórter de não perguntar.
E sou a favor de tudo o que for ruim para o Brasil. Por isso torço para que o Bolsonaro volte e aumente a gasolina três vezes por dia.
Obrigado pela atenção de vocês quanto a estes assuntos!
Deus, salve o King Charles.
Vamos mudar de pauta. Tarcísio Maga acabou.