DONA CÉLIA

Eu poderia escolher mais de 10 datas comemorativas para falar da senhora desta foto. Poderia falar dela no dia do livro. No dia da arte. No dia da elegância, da amizade, do conhecimento, da ciência, do professor. E em todas as datas consagradas à mulher.

Prefiro falar de dona Célia Damasio Pacheco no 28 de abril, o Dia da Sogra. Dona Célia derruba qualquer tese sobre sogras. Eu gosto dos sábados, porque são os dias do almoço na casa dela, de emendar um assunto no outro, falar de cinema, literatura e futebol e de transformar o banal em conversa boa e engraçada.

Dona Célia foi professora. Tem uma biblioteca com todos os livros de todas as áreas catalogados. Frequenta cursos de História (o professor Marshall, do Studio Clio, sabe bem) como se estivesse sempre em formação, e está.

Adora cinema. Lê até três livros por mês. Nesta foto, ela está onde mais gosta, uma livraria de Buenos Aires. Tudo na casa dela tem relação com a literatura.

Ela viaja. Navega pela internet. Ama o Grêmio. E enfeita-se, porque é uma das mulheres mais elegantes que conheço.

Esta é a mãe da Virgínia. Nem preciso dizer que hoje ela é também minha mãe, porque basta que seja, com todas as suas virtudes, a minha bela sogra.

Viva o Dia da Sogra. Dona Célia qualifica o 28 de abril, enquanto eu tento ser um genro esforçado.

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