Dupla do JN foi empurrada para o desastre por não saber cumprir a missão da Globo

Renata Vasconcellos e César Tralli não foram empurrados para o desastre das entrevistas do Jornal Nacional com os candidatos por não terem talento. Falharam porque não estavam aptos para aquela tarefa.

A Globo queria fazer o que eles fizeram. Mas a dupla não tem o que as redações chamavam de estofo para levar adiante a série de interrogatórios, que teria seu auge na entrevista com Lula.

O projeto era esse mesmo. Produzir inquéritos, no último esforço para que surgisse algum nome capaz de enfrentar Lula que não seja o filho ungido. Quem falhou foi a Globo, não foi a dupla do JN.

A tarefa será assumida no segundo turno por Renata Lo Prete, mas o revezamento já havia sido anunciado em fevereiro. Dois inseguros são substituídos pela jornalista mais segura da TV brasileira, que construiu sua trajetória no jornalismo impresso.

Não se discute se é a melhor, se é e mais talentosa ou a mais correta. É a mais segura, a que tem mais certeza do que fala e do que pergunta. Tralli e Renata entraram numa fria porque a Globo os empurrou para o que se viu.

Com a outra Renata, será outra história. Será mais uma vitória de uma geração sempre atacada por etaristas e machistas. Teremos mais entrevistas e menos inquisições.

7 thoughts on “Dupla do JN foi empurrada para o desastre por não saber cumprir a missão da Globo

  1. Por que inquisição? Só petista fanático pode achar isso. O entorno do Lula é todo enrolado: o “cara” não sabe o que o filho faz, não sabe o que o próprio assessor faz! tira dezenas de fotos com uma lobista, amiga íntima da família, e diz que se trata de uma pilantra desconhecida. Oras! Sem contar as lorotas de que o país está decolando e as histórias que não emocionam mais, como a de que a Dona Lindu o ensinou a ser o homem mais honesto do mundo.

    O Flávio não teve vida fácil na entrevista, mas não tremeu, não negou seus vínculos com bandidos, não se alterou, não interrompeu a mulher da bancada.

    Noves fora, o “estadista” escorregou e o ungido se saiu melhor. Ponto. Parabéns aos dois jornalistas que não passam pano para nenhum político.

  2. De onde o Moisés foi tirar essa ideia RIDÍCULA de que o projeto da Globo era queimar o Flavio Bolsonaro, para ver se surgiria um outro nome para enfrentar o Lula ? O próprio CEO da empresa de pesquisas QUAEST, contratada da Globo, já havia dito que o eleitorado está CALCIFICADO, ou seja, 39 % para Lula e 32 % para Flavio Bolsonaro no primeiro turno. E 98 % desses votos estão CALCIFICADOS, 2 % de chances de mudar. Mas nem que apareça um vídeo do Flavio Bolsonaro comendo uma modelo polonesa, numa das festas do VORCARO em Trancoso, nem que apareça um vídeo do Lula visitando o Marcola do PCC na cadeia, vai mudar o resultado, ou seja, haverá um segundo turno entre os dois MENTIROSOS: O MENTIROSO LULA x o MENTIROSO Flavio Bolsonaro.

    1. O Moisés insiste que o Caiado é o escolhido da Globo, da Faria Lima e dos jornalões e que ele ainda vai para o segundo turno. O Moisés é um negacionista.

  3. Pois é, enquanto as fotos da lobista com Lula – desconheço lobista que não corra atrás de registros de aparências de proximidade com pessoas influentes para ilustrar e se envaidecer de seu currículo – foi o único ponto questionável dos 40 minutos da sabatina de Lula no Jornal Nacional e isso foi suficiente para que o Nandinho tachasse de mentiroso o melhor presidente desse país e um dos maiores estadistas do século, nada como o dia seguinte para que o Brasil inteiro fosse apresentado à versão humanoide da principal criação do mestre artesão Geppetto.

    Tal qual o pai, apontado como responsável pela produção de 6.676 mentiras ou distorções durante o mandato presidencial, uma média de 4,58 por dia, segundo apurações da organização jornalística Aos Fatos, o filho ungido não desapontou seus seguidores nos 40 minutos diante das câmeras do JN.

    E novamente ele, que é um dos fascistas mais assíduos aqui do blog, finge desconhecer as razões dos juízes do STF para anularem as condenações da ‘República de Curitiba’, o mundo paralelo criado por Sergio Moro e Deltan Dallagnol a mando dos EUA para, em nome do combate à corrupção, ajudarem a derrubar a presidenta Dilma Roussef, destruírem a indústria de engenharia do país e a imagem da Petrobras, para acelerar sua privatização, e impedirem Lula de ser candidato em 2018.

    Mais que isso, finge não saber da criminosa filmagem daquela ‘festa de arromba’ de desembargadores, apelidada de ‘Festa da Cueca’, que Moro usaria para chantagear magistrados superiores durante anos. O mesmo método utilizado para ter nas mãos parte dos juízes do STF durante todo processo que culminaría na prisão de Lula e só freado com os vazamentos das conversas criminosas entre Moro e os procuradores da força-tarefa até então supostamente comandada por Dallagnol.

    Por fim, finge ignorar que os dois ‘incorruptíveis paladinos da justiça’, transformados em heróis pela mídia golpista, tentaram se apropriar de mais de dois bilhões de reais do dinheiro público recuperado durante a operação por eles conduzida durante sete anos para criarem e administrarem uma fundação, manobra aprovada pela juíza Gabriela Hardt, hoje afastada de suas funções, e posteriormente desfeita pelo STF.

    E que apesar de tudo, os dois corruptos até hoje só não estão presos por conta de algumas ‘estranhas ideias’ que às vezes costumam habitar a cabeça dos membros da magistratura em geral e que se tornam bem mais comuns quando os acusados pertencem ou pertenceram ao universo jurídico.

    Não, Nandinho, sabes muito bem que só há um único mentiroso nessa história e a tentativa ridícula de igualar os dois candidatos só cola mesmo nas bolhas fascistas.

  4. Eu sou do tempo em que a bancada do Jornal Nacional era formada por LOCUTORES – e que baita locutores -, que se limitavam a ler as notícias no teleprompter: Heron Domingues, Hilton Gomes, Cid Moreira, Sergio Chapelin. O EDITOR era Armando Nogueira, um dos maiores jornalistas da história do Brasil. E dava no mínimo 70 pontos no IBOPE. Depois que o Roberto Marinho morreu, a coisa descambou. Apareceram uns metidos a besta, incultos, se achando os Reis e rainhas da cocada preta, chegando ao nível PATÉTICO que é hoje. Não é a toa que não passa dos 23 pontos no IBOPE. Descanse em paz, Jornal Nacional.

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