Estadão esconde PM de Tarcísio na manchete
Esta manchete está na capa do Estadão desde as 11h:
‘Aniversário general’: coronel da PM tinha grupo no WhatsApp com ‘companheiro’ do PCC, aponta MP
Logo abaixo, o jornal informa:
Luiz Carlos Pereira Martins intermediava contatos políticos e fazia festas com Cléber Azevedo dos Santos, operador financeiro da facção; ‘Estadão’ pediu manifestação da PM e busca contato direto com os citados.
Onde isso aconteceu? No Pará, em Pernambuco? Não, em São Paulo. Mas o nome do Estado não aparece na manchete.
Nem o nome do comandante em chefe da PM, Tarcísio de Freitas. A PM com oficiais da cúpula articulados com o PCC não é de São Paulo nem está sob as ordens de Tarcísio.
No início da tarde, o Estadão reformulou a manchete, que ficou assim:
Coronel da PM tinha grupo no WhatsApp com ‘companheiro’ do PCC, aponta MP
Os nomes de São Paulo e de Tarcísio continuaram escondidos. Os PMs podem, quem sabe, ser de Marte.
Esta é chamada da Folha sobre o mesmo assunto:
Coronel da PM tinha grupo de WhatsApp com investigados ligados ao PCC, diz Promotoria
E esta é a do Globo:
Investigação aponta ligação de chefe da Rota e comandantes da PM de São Paulo com PCC
Resumo: os dois jornais de São Paulo esconderam que a PM é de São Paulo e de Tarcísio.

No Mensalão o Lula só faltou jurar que não conhecia José Dirceu, José Genoino, Delubio Soares e Silvinho “Land Rover” Pereira. Como ia pegar mal, saiu-se com essa: “Fui TRAÍDO por gente da minha confiança.”Pra salvar a própria pele o marido da Janja atira seus companheiros em alto mar, para servir de comida aos tubarões.
Como o PCC é uma organização terrorista, a PM do Tarcísio parece ser ramificação de organização terrorista.