Estadão faz chamada de capa machista para tentar apresentar o Flávio ‘feminino’
O Estadão se joga inteiro na campanha do filho ungido e faz uma sugestão em chamada de capa para artigo de Raquel Landim:
“E se Flávio Bolsonaro tivesse um Paulo Guedes de saias?”
Tentam tirar do bolsonarismo a imagem ligada a machismo e homofobia. Começaram tentando apresentá-lo como moderado e agora preparam um líder de extrema direita ‘feminino’.
A colunista dá até sugestões de economistas de saia, num jeito bem antigo e direitista de tratar as mulheres: pessoas que usam saias. E que, para que sejam compreendidas como relevantes, são comparadas a Paulo Guedes. Logo a Paulo Guedes.
Raquel escreve que “Daniella Marques é muito bem-vista no mercado”. Uma mulher se habilita se for bem vista pelo mercado, e não por quem produz alguma coisa. Daniella foi presidente da Caixa Federal no governo Bolsonaro.
E na manchete de alto de página, o Estadão quase faz um apelo para que o agro pop apoie o nome indicado pelo pai e que já foi absorvido pelos jornalões.
Para o Estadão, o agro está sendo esnobe ao esperar uma terceira via, o que é falso. O agro já enfiou as botas na campanha do ungido.
Essa é a manchete: “Agronegócio resiste a aderir a Flávio Bolsonaro e espera terceira via”.
Na semana passada, o Estadão estampou na capa a manchete abaixo durante sete horas:
“Flávio Bolsonaro ajusta tom e faz acenos a LGBTs, negros e carnaval mirando o centro”.
O banho de loja no nome já consagrado pela direita continua. Mais um pouco e Flávio será apresentado como o candidato dos monges do Tibete.

“Flávio Bolsonaro ajusta tom e faz acenos a LGBTs, negros e carnaval mirando o centro”.
vamos de semiótica:
Flávio faz acenos… (+)
a escola que homenageia Lula ATACA… (-)
Quem se sai melhor nesta largada?
Agora, é ridículo o Moisés dar chilique por ter lido manchetes do Estadão. Até hoje ele não sabe que o Estadão é um jornal conservador? Qual a surpresa se o jornal for favorável a um Bolsonaro que come com garfo e faca?
A realidade é que o sonho da “terceira via” acabou, como diria o Seu Manuel da padaria. Tem bastante pãozinho e baguete, mas o sonho acabou de vez. Aquele casalzinho da esquerda globalista – Tabata e João Campos – nem com os BILHÕES do Jorge Paulo Lemman, do Arminio Fraga, dos Setúbal e Moreira Salles do ITAU UNIBANCO , vai conseguir passar dos 5 % de votos. E a direita moderada já está desde 2018 a reboque do bolsonarismo. A eleição de 2026 é o lulo-petismo contra o anti-lulo-petismo. E o único candidato forte do anti-lulo-petismo é Flávio Bolsonaro. O resto é figuração.