Folha assume a assessoria de imprensa da extrema direita

Escolha a sua chamada de capa com a opinião de cada um dos três jornalões.

O Globo:
“Condenação de Bolsonaro e aliados honra a Constituição e a democracia.
Aos réus foi assegurada defesa, houve divergência, e prevaleceu a Justiça. É hora de virar a página do radicalismo”

Estadão:
“Justiça histórica contra o golpismo.
Supremo rompe com uma nefasta tradição de leniência ao condenar Bolsonaro e seus comparsas civis e militares à prisão pela tentativa de impedir a posse de um presidente legitimamente eleito”

Folha:
“Condenação de Bolsonaro foi justa, mas pena é exagerada.
Aspectos criticáveis do julgamento não retiram legitimidade da decisão, que cumpriu regras constitucionais. Excesso nas punições ainda pode ser revisto; Corte deveria facultar que prisão de Bolsonaro, cuja saúde está debilitada, seja domiciliar”.

A Folha, com peninha do chefe do golpe, conseguiu defender uma posição que nem os sites de direita tiveram coragem de expor.

A Folha é há muito tempo parte da assessoria de imprensa da organização criminosa condenada ontem pelo Supremo.

O jornal que considera Bolsonaro debilitado fisicamente é o mesmo que manda seu instituto de pesquisas incluir Bolsonaro entre os nomes que podem disputar a eleição de 2026.

Bolsonaro não tem saúde para ficar preso, mas tem para ser candidato, mesmo estando inelegível há muito tempo por decisão do TSE.

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PRIMEIRO PLANO
Chamada de artigo de Vera Magalhães no Globo:
“Peso histórico do julgamento pôs voto de Fux em segundo plano”
Imagina-se que, para a jornalista, o voto de Fux em algum momento esteve em primeiro plano?

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PEDESTAL
Os jornalistas Carlos Andreazza e William Waack e o filósofo Fernando Schüler passam a disputar o pedestal que era ocupado por JR Guzzo no Estadão.

Os três buscam a melhor posição para ser a voz mais potente da direita no jornal, depois da morte de Guzzo, que era o Bolsonaro do Estadão.

A diferença é que esses têm nuances liberais com rendas dos anos 90.

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