Folha esconde que O Agente Secreto fala da ditadura
Trechos de um editorial fofo da Folha sobre as conquistas de O Agente Secreto:
“Agora, Wagner Moura, melhor ator de drama, assegurou à cinematografia brasileira uma inédita dupla de láureas. O feito poderia ser visto como um ponto luminoso, desses que ao longo do tempo lembram a todos, inclusive a nós mesmos, que o Brasil é capaz de fazer ótimos filmes”.
Nada, uma linha sequer, em todo o editorial, sobre o que é o filme. Nenhuma linha sobre arte, cinema e memória, que aparece nas falas de Kleber Mendonça Filho e Wagner Moura.
Nenhuma frase sobre a realidade brasileira mostrada nos filmes que o editorial cita, incluindo Ainda estou aqui.
Porque a Folha não apoiou só o golpe, apoiou a ditadura, e essa memória do colaboracionismo não pode ser tocada.
A Folha trata o cinema brasileiro atual apenas como um ponto luminoso e repete a ideia mais adiante:
“Essa fase iluminada tem sido marcada não apenas por prêmios relevantes, reconhecimento de críticos internacionais e exibições em outros continentes. Presenciamos, ainda, um bem-vindo encontro com o público, que reconhece seu país nas telas”.
É um editorial precário, de quarta série (escrito com a ajuda da Inteligência Artificial?), que escamoteia o que não pode ser dito pela direita em ano de eleição.
O cinema está mexendo de novo nas podridões de anos recentes. E a grande imprensa estava lá.
A Folha não quer que muitas peças e redações escuras sejam iluminadas.

Chora, Moisés, você nunca conseguiu trabalhar na Folha. Então só lhe resta mágoa e ressentimento.
O filme vem sendo comentado no caderno Ilustrada e Ilustríssima (aos domingos) desde antes do lançamento, com elogios e discursos do diretor e do ator. Inclusive teve até o perfil da atriz coadjuvante.
Chora de inveja.
Há 15 ou 20 dias, Wagner Moura foi capa da Ilustríssima. Ontem teve matéria sobre a visão dele sobre o Brasil e o fascismo. Mendonça sempre é entrevistado e até idolatrado pelo jornal.
Para você, que escreve sobre “chinelão”, “chulé”, “até o estagiário”, só resta o ressentimento por nunca ter trabalhado lá e as fake news que você planta contra o “jornalão”.
Chora, o choro é livre
O cara fica choramingando que a folha escondeu assim, escondeu assado, e até agora nada, nem um pio sobre o massacre no Irã.
Está em todos os “jornalões” mundiais, para falar como esse marionete do partido das trevas, vulgo PT, se refere aos jornais brasileiros, que o massacre no país adorado pelo moleque inquilino do Planalto já passa de 6.000 pessoas.
Fala aí, grande tribuno Neri, passa pano para o malandro do Luladrão e sua corja, essa escória PTista.
Esse blog continua sendo uma comédia!!!!
O ferdinando foi pra praia e terceirizou o espaço.
Mas bah, Guinho! (Desculpem, mas não resisti ao trocadilho.) Se você tivesse nascido ou tido só uma passagem pelo Rio Grande do Sul, os nativos de lá diriam que certamente você comeu bolinha de cinamomo quando era criança.
Porém, como já disseste que odeia o povo do Sul – bem como o de todo o resto desse país que tu e o teu alter ego não se cansam de chamar de ‘Bostil’ -, creio que a explicação para tamanha sabujice e puxa-saquismo venha da afinidade psicopatológica que os levou à prática de coprofilia. Isso também responde à insistência dos dois em ainda viverem aqui no Brasil sem se afastar desse povo que tanto detestam.
Se você fosse jornalista saberia a diferença entre os conteúdos das tais Ilustrada e Ilustríssima do restante do corpo dessa bosta de pasquim dos Frias e poderia ter dado um passo importante para resolver esse teu recalque por não trabalhar no ‘bravo periódico’ que apoiou e deu suporte material e de pessoal para a ditadura.
Vou fazer só mais um registro. A tua afoiteza de sempre o levou a escrever as seguintes bobagens:
“O Moisés não lê a Folha, ataca a Folha e aí o pessoal me mostra o texto dele e eu não tenho como não vir aqui defender o jornal…”
“Se o sujeito chama o periódico de fascista, se o periódico não vai nunca ser omisso em relação ao irmão e ao filho de Lula, se o jornal é tão repugnante, por que ele insiste em lê-lo?…”
Afinal, Moisés lê ou não lê a bosta da Folha? E como eu já disse em outra ocasião, qualquer jornalista que se preze, mesmo a contragosto, precisa ler até mesmo aquelas (des)informações publicadas no pasquim dos Frias e em outros materiais de conteúdo duvidoso para saber o que dizem e, se for o caso, fazer o contraponto.
O Moisés dá uma passadinha nas manchetes eu quis dizer.
Agora, arte, cinema, visão de mundo só são discutidos no caderno de cultura, seu ignorante! Ou algum articulista comenta em outro lugar se ele quiser comentar. Todas notícias, entrevistas e análises relacionadas à cultura vão para a Ilustrada, assim como noticias sobre finanças, empresas e tecnologia vão para o caderno Mercado e crimes para o caderno Cotidiano.
Ignorante! Burro! Pare de ser ignorante, Neri, leia a Folha!
Zaquinho, falso ‘filho de Abraão’, que mania deselegante e estúpida essa tua de querer pautar o blogueiro! Veja só no que deu achar que é possível aprender História por meio de leitura da Folha, do Estadão, de O Globo, da Veja, de O Antagonista, da Revista Oeste ou por ser seguidor de trastes como Olavo, Trump, Zelenski e esse ‘mito’ agora preso por golpismo.
Você sabe quem governava ditatorialmente e com o apoio estadunidense e do Reino Unido o antigo império persa antes da Revolução Iraniana de 1979? E quem está por trás dessa tentativa de desestabilização e guerra híbrida contra o atual governo agora em andamento? E que não só o Trump e o filho do xá Reza Pahlavi esperam lucrar com a queda da República Islâmica? É geopolítica (e também gangsterismo) na veia e isso não é coisa para principiantes e desinformados, Zaquinho!
O regime atira nos olhos dos manifestantes e a culpa é do “ZISTADoZUNIDO” ou “imperialismo ianque”.
Rapaz, se pintar aquela estátua da Justiça de vermelho, o Neri passa batom preto nela.
Olha aonde o nazi-petismo chegou!
Nas manifestações no Chile de Boric a repressão também mirava nos olhos com balas de borracha, cegando muitos. Ou seja, polícia para que precisa de polícia?
O regime do Irã atira para matar, mas é culpa do imperialismo.