Jornalismo?

A ironia presente no caso Reinaldo Azevedo é a exaltação da Constituição para a defesa de um vândalo do jornalismo. Este sujeiro nunca se preocupou com a preservação da intimidade e dos direitos individuais dos que ele caça compulsivamente.
Azevedo é um amiguinho confidente na conversa com Andrea Neves grampeada pela Polícia Federal. Não é um jornalista em atividade. É o consolador de uma criminosa certa de que seria presa.
Não sejamos ingênuos. Defendê-lo como jornalista, nessas circunstâncias, é ofender quem faz jornalismo.
Mas eu também entendo que, mesmo assim, o grampo não deveria ser divulgado. É um grampo inútil. A única parte interessante é quando o vejeiro juramentado fala mal da sua Veja.
Só não tratem Azevedo como herói das liberdades e do jornalismo. Azevedo sempre foi o herói de gente da turma de Andrea Neves.
Azevedo é o herói de golpistas e fascistas.

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