Jornalões temem o bolsonarismo e escondem declarações de Wagner Moura e Mendonça Filho
Por que Globo, Folha e Estadão escondem as falas de Wagner Moura e Kleber Mendonça Filho sobre Bolsonaro e a ditadura?
O Estadão tenta se salvar com uma chamadinha secundária na capa. Os outros se fizeram de desentendidos.
O jornalismo das corporações foi aliado do golpe de 64, mas depois, para sobreviver como negócio e acompanhar a posição majoritária dos leitores, abandonou a ditadura.
Hoje, os jornais não são apenas medíocres, são covardes. Os jornalões não são necessariamente aliados do golpismo. Eles temem as patrulhas do bolsonarismo.
Vamos relembrar. Mendonça Filho e Wagner Moura afirmaram que o chefe da organização criminosa é um golpista fracassado preso e avisaram que continuarão fazendo filmes sobre a ditadura.
Memória, memória, memória.
(O jornal Hoje, da Globo, censurou agora a fala de Mendonça Filho na coletiva de imprensa: “Há cerca de dez anos, o Brasil sofreu uma guinada bem drástica à direita e esses tempos agora se foram, com o ex-presidente agora preso”. O interessante é que o diretor do filme respondeu com essa fala a uma pergunta do repórter Nilson Klava, da própria Globo.)

Chora, Moisés, você nunca conseguiu trabalhar na Folha. Eu acho que é por causa desse negócio de sempre colocar “até estagiário sabe” e também “é o que está escrito. é o que diz a manchete. É o que está dito”.
O choro é livre, Moisés!
Vida Longa à nossa amada Folha de São Paulo!
A Falha era um ótimo jornal nos anos 80 do século XX.
Guinho, fascistinha patético que não consegue perceber que faz exatamente aquilo de que acusa e diz odiar no Moisés Mendes. Sem dar-se conta do quanto é repetitivo, volta com a velha arenga sobre ele nunca ter trabalhado nessa bosta que chamas de tua amada Folha.
Pois se o negócio é ser previsível, vou redizer quantas vezes for necessário: o recalque é todo teu. O Moisés tem uma carreira exitosa e um dos melhores textos jornalísticos e, por isso, mesmo quando rolas no chão feito a criatura infantil que és e prometes jamais voltar aqui, não consegues ficar muito tempo sem lê-lo e tentar depreciá -lo.
Como é você quem adoraria trabalhar na bosta da Folha para ser ainda mais capacho dos Frias, repito: faça jornalismo para ser o avesso de um ombudsman ou tente ser um colunista. É contratação quase certa se a cota de puxa-sacos não estiver completa.
Vou guardar aquela história sobre a paranoia ao ir comprar o teu exemplar nas bancas para uma outra ocasião. Bem-vindo, fascistinha que se acha de esquerda só porque lê o pasquim da Barão de Limeira!
O Moisés não lê a Folha, ataca a Folha e aí o pessoal me mostra o texto dele e eu não tenho como não vir aqui defender o jornal.
Não tenho nada pessoal contra o Moisés, mas os ataques à Folha são no mínimo recalques, isso porque teve o sonho de lá trabalhar e nunca ter conseguido.
Se o sujeito chama o periódico de fascista, se o periódico não vai nunca ser omisso em relação ao irmão e ao filho do Lula, se o jornal é tão repugnante, por que ele insiste em lê-lo?
em relação ao filme e ao Wagner Moura, o cara produziu uma fake news atrás de outra fake news, porque faz muito tempo que o filme aparece nas páginas de cultura do jornal, a Ilustrada/Ilustríssima.
Anteontem, estava lá tudo o que o Moisés disse que o jornal ocultou: todas as falas do Wagner Moura estavam lá, com todas as letras, contra o bolsonarismo, contra o presidiário Bolsonaro. Por que o Moisés mentiu? Por que ele ataca a imprensa?
* e nunca conseguiu