Livres e impunes

Todas as certidões de óbito dos torturados pela ditadura terão de ser retificadas pelos cartórios de São Paulo.
É uma ordem do corregedor do Tribunal de Justiça, Geraldo Pereira Franco, que atendeu a apelo das famílias dos assassinados.
O documento deve fazer constar que houve “morte não natural, violenta, causada pelo Estado”.
E os torturadores? Muitos ainda estão vivos. Soltos, impunes e exaltados por Bolsonaro e seus cúmplices.

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