Michel, o romancista

Sem condições de escrever mais do que uma dúzia de linhas (sim, eu me dedico também a uma conjuntivite viral de estimação), digo apenas, à espera do sol de domingo, que a semana terminou com uma boa notícia.
É o anúncio de que as entidades antigolpe vão se mobilizar de novo em julho e levar o povo às ruas.
O Michel, o Serra, o Geddel, o Padilha, o Jucá (que dizem que continua na volta), o Moreira Franco e o Cunha estão se sentindo muito à vontade.
Tanto que o Michel disse à Veja:
– Não me incomoda ser chamado de golpista.
Mas a melhor declaração é esta: o chalaça quer escrever um romance. O golpe subiu pra cabeça.
Esse golpezinho pode acabar revolucionando a literatura brasileira.

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