O cansativo debate sobre a ‘legalidade’ das atrocidades nazifascistas
Uma crueldade complementar a toda ação destrutiva provocada por nazifascistas é o próprio debate que a ‘legalidade’ da destruição desencadeia.
É o que transforma tudo em controvérsia do mundo liberal sobre o que é legal ou ilegal numa guerra, num golpe ou quando da sonegação deliberada de vacina para matar gente numa pandemia, como aconteceu no Brasil.
É a obsessão do jornalismo e de seus especialistas: oferecer direito de fala a todas as vozes discordantes, para que se criem equivalências sobre divergências em torno de leis e normas. Falar contra ou a favor de uma guerra é também buscar argumentos legais que a justifiquem.
Tudo a partir da sustentação de uma premissa sempre aparentemente complexa. É legal atacar uma cidade e matar mais de 70 crianças de uma escola, como ocorreu em Teerã?
É o que acontece de novo agora quando Trump ataca o Irã e, no primeiro dia, para matar aiatolás, acaba também assassinando estudantes. Por descuido, por erro, por falha, é o que eles dizem.
Estão debatendo em todos os jornais do mundo, começando pelos americanos, se essa guerra pode ser sustentada por alguma base legal. Trump poderia atacar o Irã sem pedir licença? É mesmo um ataque em nome da defesa de um país?
O Brasil debateu por meses se Bolsonaro poderia atacar os brasileiros ao negar a todos nós o direito de se defender de um vírus na pandemia. Se ele tinha autoridade para deliberar que ninguém teria vacinas oferecidas pelo Estado.
Assim como debatemos durante meses se ele e seus generais poderiam ter, em nome da ordem, preparado o golpe de 2022 que se entendeu a 2023. Esse argumento da defesa da ordem apareceu antes, durante e depois do julgamento.
Trump age em nome da defesa do seu país e da ordem mundial. E assim as manchetes mundiais levam o debate da questão sobre o pode ou não pode a esse resumo óbvio: o ataque é ilegal e não atende ao pretexto da autodefesa.
Mas e daí? Trump precisa de argumentos legais? É inócuo o campo do debate. Os Estados Unidos nunca precisaram de lastro legal para perpetrar agressões.
Trump não precisou de licença da ONU ou do Congresso para invadir a Venezuela e sequestrar Maduro. Não vai precisar para o próximo plano, quando houver cansaço com a guerra contra o Irã. Vai invadir Cuba.
Repetem que, pelo que determina a ONU, um país só pode atacar outro em caso de legítima defesa ou se o ataque for aprovado pelo Conselho e Segurança da própria ONU. Bush atacou o Iraque sem autorização.
Trump atacou o Irã em junho do ano passado. Já havia atacado o Vietnã, o Panamá, o Afeganistão, a Líbia, a Síria e dezenas de países. Já haviam tentado invadir Cuba. Atacam barcos de ‘traficantes’ perto da Venezuela e da Colômbia e no Caribe.
O The New York Times perguntou em editorial, com todo o respeito e a sempre presente candura dos jornalões com os gângsteres mundiais: “Por que o senhor iniciou esta guerra, senhor presidente Trump?”.
É um tratamento de alto nível. Os jornalões que chamavam Maduro de ditador tratam Trump como ‘senhor presidente Trump’. Dedicam-se ao cerimonial das normalidades de um mundo anormal, governado por gente anormal.
E vão abrindo espaços para que os especialistas digam se o que acontece sob as ordens do nazifascismo é razoável, aceitável e legal. Mesmo que o desejo de Trump esteja na capa do Wall Street Journal:
“Tudo o que eu quero é liberdade para o povo iraniano”
Como alguém pode questionar a legalidade dos atos de quem deseja a liberdade dos outros?

Se o Moisés fosse editor-chefe do The New York Times ele ia declarar guerra ao Trump.
Todos os jornalistas sob seu comando construiriam barricadas em torno da Casa Branca, levando suas metralhadoras, máquinas de escrever e caderninhos de anotação.
Também haveria manchetes diárias sempre xingando o Trump de nazistão, fascistão e genocida. Assustado com esses arranhões em sua imagem, Trump recuaria e chamaria o Lula para uma “Mesa da Paz”.
É assim que se param as guerras, com muita coragem nas redações dos grandes jornais.
E lá vou eu de novo, pela enesima vez, DESMENTIR essa narrativa falsa, mentirosa, canalha, sobre o Governo Bolsonaro e as vacinas. Entre no Google e digite a frase: FIOCRUZ divulga contrato de encomenda tecnológica com a Astra Zeneca”. Trata-se de uma publicação oficial, datada de 30/10/2020, no próprio site oficial da FIOCRUZ, presidido à época pela Professora Nisia Trindade, futura Ministra da Saúde do governo Lula 3. Só peço essa gentileza, LEIAM a nota na íntegra. Em três minutos dá para ler tranquilamente a nota completa da FIOCRUZ. E se, ainda assim, o cara que insistir que Bolsonaro não investiu em vacinas, ou é um completo desinformado ou um puta de um desonesto intelectual.
Moisés, você é um cara legal e do bem, só pare de falar mal da imprensa, tá bom? Se você parar de falar mal da nossa querida Folha, eu paro de vir aqui.
Eu gosto da imprensa liberal.
E pare de inventar personagens como o horrível Neri Malheiros. Neri é um sijeito diabólico, nem de esquerda esse seu personagem é.
Pare! Pare!
Abraço, Moisés! Você é uma grande figura aí dos Pampas. Vi seu Facebook, cheio de camaradas e muito respeitado na esquerda gaúcha. Até o Ferdinando que vota no Flávio gosta de você.
Abraços! Compre a Folha amanhã parar ler a Ilustríssima sempre com maravilhosos artigos de esquerda.
Pra que serve a ONU, além de NADA ? A ONU é uma ONG dominada pela esquerda globalista, muito preocupada com a floresta amazônica, com a agenda picareta do meio-ambiente, com o feminismo (uma ideologia de ultra-esquerda), com a agenda LGBT, e outras diversões WOKE. Esta semana, dia 24 de fevereiro, fez QUATRO ANOS que a Rússia INVADIU um país soberano, independente, uma população pacífica, feliz, próspera, grande produtora de alimentos (trigo, principalmente), fertilizantes, etc, um povo que vivia a sua vida pacata, com as famílias trabalhando, prosperando, criando seus filhos, e, de repente, um PSICOPATA GENOCIDA resolve INVADIR a Ucrânia com uma infantaria de 150 mil homens, tanques e blindados, ataques massivos com mísseis balísticos e drones, forçando o êxodo de 9 milhões de pessoas – a maioria mulheres, crianças e idosos, obrigadas a se separarem de seus namorados, noivos e maridos, convocados para o serviço militar obrigatório. Calcula-se em UM MILHÃO de ucranianos o número de mortos, feridos e mutilados. É bem verdade que 500 mil invasores russos também foram mortos, feridos ou mutilados em território invadido (quem mandou invadir, né, Putin ?). E a ONU fez o que ? A carnificina completou 4 anos e aquele PALHAÇO LUSITANO que preside a ONU, o tal de Antonio Guterres, fica só lamentando, entre um jantar de luxo e outro em Nova Yorque, comendo e bebendo do bom e do melhor, assistindo aos melhores musicais da Broadway, aos melhores shows de jazz, aos melhores eventos esportivos (boxe, tênis, NFL, HOCKEY no gelo, NBA, etc). Ele e todos aqueles embaixadores VAGABUNDOS, vindos dos quatro cantos do mundo para curtir a vida na Big Apple.
Lembrando que foi a guerra do Putin que me fez virar anti-petista.
Abri o 247 de manhã, chocado com a morte de uma idosa, numa casa simples na periferia de Donetsk, talvez, e li os petistas babando de alegria, comemorando os assassinatos. Eu estava esperando ler sobre a “autodeterminação dos povos” (que a Narizinho vive repetindo sem parar), e o queveu lia eram nazi-petistas querendo sangue, mais sangue!
Foi chocante! Foi grotesco. Eu quase vomitei. Fiquei o dia todo sem comer e a noite sem dormir. Mas foi bom, porque eu acordei.
Em novembro do ano passado, no Bairro do Tatuapé, capital paulista, partes de uma casa onde eram armazenados clandestinamente materiais explosivos por um fabricante de balões, voaram pelos ares. O corpo de uma pessoa foi encontrado carbonizado no meio dos destroços, outros 23 imóveis das imediações foram interditados, parcial ou totalmente, e alguns veículos e pessoas que passavam no instante das explosões também foram atingidos pelos estilhaços. No local, segundo peritos, foram encontrados 1230 foguetes, bombas, rojões, buchas, soda cáustica e outros produtos usados na fabricação de balões.
A irresponsabilidade criminosa desse fabricante de artefatos proibidos por lei só foi possível graças à sua atividade clandestina. Quem em sã consciência aceitaria sem contestar que um vizinho, por mais agradável, gentil e benquisto, montasse uma oficina de alto potencial explosivo ao lado de sua residência? Por sorte, Nandinho não estava entre os moradores da vizinhança. Fosse um deles, possivelmente teria ficado amigo e até se tornaria um ajudante do construtor de balões.
Vira e mexe, Nandinho volta com essa distorção dos fatos e conversa mole a respeito da guerra russo-ucraniana. A versão que busca sustentar é a mesma de Zelenski e de todos os nazifascistas do mundo inteiro: a Rússia deu início à agressão. O que eles sempre tentam esconder é a inclusão da Ucrânia no bloco dos países membros da OTAN, organismo de cooperação militar comandado pelos EUA, e a intenção nada inocente de instalar bases e estruturas militares ali país fronteiriço à nação governada por Putin. E isso tudo depois de o Império em declínio ter firmado um acordo de não expansão dos domínios da OTAN com a Rússia após o fim da União Soviética.
Repito o já dito ao defensor do indefensável: tivesse o governo russo feito um pacto para instalar mísseis e bases militares no México ou em qualquer outro país vizinho dos EUA, qual teria sido a imediata reação do governante e da população estadunidenses? Bastante conhecido, esse trecho do poema No Caminho, com Maiakóvski, escrito pelo brasileiro Eduardo Alves da Costa e erroneamente atribuído ao poeta russo Vladimir Maiakóvski, descreve com precisão o destino de quem se deixa levar pelo medo, pela omissão ou descaso diante de uma situação ameaçadora:
(…)
Na primeira noite eles se aproximam
e roubam uma flor
do nosso jardim.
E não dizemos nada.
Na segunda noite, já não se escondem;
pisam as flores,
matam nosso cão,
e não dizemos nada.
Até que um dia, o mais frágil deles
entra sozinho em nossa casa,
rouba-nos a luz, e, conhecendo nosso medo,
arranca-nos a voz da garganta.
E já não podemos dizer nada. (…)
“A versão que busca sustentar é a mesma de Zelenski e de todos os nazifascistas do mundo inteiro: a Rússia deu início à agressão.”
Versão?!
VOCÊ É NOJENTO!
Foi a Ucrânia então que deu início à agressão?
CANALHA!
Tinha que ser brasileiro para falar uma merda dessa! Nem mesmo um russo diria isso! Versão! Salafrário!
Quem está vendo o que ocorre na Venezuela e o que ocorreu no Afeganistão, na Líbia, na Síria, no Iraq vai acreditar que o Império quer levar democracia á antiga Pérsia?