O cientista e o vazio

 

fundobranco

Estamos há cinco dias sem uma entrevista de Fernando Henrique Cardoso, o cientista social que chegou a ir a Nova York, na semana passada, para falar do Brasil pós-golpe e se assustou com o anúncio de um protesto.

Chegou como pretenso cientista, percebeu que assistiria às reações da plateia e decidiu vir embora como tucano. Panelaços em Nova York são mais incômodos do que em Itaim Bibi.

E desde então não falou mais. É muito tempo. Cinco dias sem palavras que nos indiquem o rumo a ser tomado. Não há quem aguente. Há um vazio a ser preenchido.

FH não pode ficar mais de uma semana sem nos dizer que não houve golpe. Um cientista reafirma suas ideais pela repetição.

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