FERNANDO HADDAD DESAFIA BOLSONARO

Chamar Bolsonaro de doente mental é ofender os doentes mentais. É preconceituoso e inconsequente.

Tem que fazer o que Fernando Haddad fez hoje em entrevista à TVT. Leiam o que ele disse:

“Hoje, o João Doria chamou Bolsonaro de genocida. Processa o Doria, pô. Seja homem. O Bolsonaro não tem coluna vertebral. Ele manda a Polícia Federal na casa do menino bem-sucedido, de um youtuber. O governador do Estado o chamou de genocida. Eu o chamei mil vezes. E ele manda a Polícia Federal na casa do youtuber? Por que não manda a polícia aqui?”

Será que vai mandar? Bolsonaro encara Fernando Haddad?
Bolsonaro é o líder dos genocidas, não é o único. Há muito mais genocidas no governo. Outros tantos fora do governo.

Tem genocida por todo lado. Chamá-los de doentes mentais é atenuar seus crimes.

Eles são criminosos. Vamos nos inspirar em Haddad. Não vamos nos acovardar, porque é o que eles querem.

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Para a maioria da população, Bolsonaro não tem condições de governar. A maioria diz não confiar no que ele diz e faz. A maioria desaprova sua atuação diante da pandemia.

Mas a maioria acha que ele deve continuar governando, segundo o Datafolha, que está em manchete da Folha agora.

Para 50% dos brasileiros, o bom é não mexer no governo. Só 46% desejam o impeachment como solução para o pesadelo que o país enfrenta.

Entenderam? Não confiam no homem, acham que ele não tem condições de governar, desaprovam tudo o que ele faz, mas pedem mais um tempo a Bolsonaro.

A explicação é sempre a mesma. A população sabe que Bolsonaro não sabe cuidar do país, que sabotou a vacinação, que tentou enfiar cloroquina goela abaixo, que não domina nenhum assunto, mas tirá-lo agora seria pior.

Mas o que pode ser pior do que Bolsonaro? Que excrescência política maior do que Bolsonaro um impeachment poderia produzir?

O Brasil precisa tentar entender o próprio Brasil, porque aí entenderia a existência de uma aberração como Bolsonaro. Bolsonaro talvez nem seja o maior problema.

Se Bolsonaro sumisse, se desaparecesse de repente, não seria surpresa se os brasileiros se empenhassem em inventar outro Bolsonaro.

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