O filho ungido vai testar a insegurança da dupla do JN
A dupla Cesar Tralli e Renata Vasconcellos abriu a entrevista com Lula com uma pergunta sobre Fábio Luís. E durante 22 minutos só tratou de pautas que considera embaraçosas.
Qual será a primeira pergunta hoje para Flávio Bolsonaro e como será a sequência? Os dois seguram 22 minutos no ataque contra o filho ungido?
Por que os dois leem perguntas que certamente outros formularam, com a insegurança de quem não sabe direito como rebater o que o entrevistado está dizendo?
As entrevistas de caderninho do Jornal Nacional deveriam ser estudadas em escolas de jornalismo. Por que Tralli e Renata dependem de uma cola para fazer perguntas?
(Ressalvando que um roteiro de perguntas é parte do método básico de trabalho de focas ou profissionais consagrados. Nada contra, porque assim funcionam as pautas no jornalismo. O grande Geneton Moraes Neto deixava claro nas entrevistas na TV que estava lendo as anotações de cada pergunta. É um estilo. Mas essa é outra história. Tralli e Renata cumprem um roteiro inflexível, aparentemente a partir do que pediram que seja perguntado. É ruim para o jornalismo.)
