O macho inseguro ataca até na UTI e tenta humilhar a servidora pública
Qualquer observação, entre as tantas possíveis, sobre a cena da intimação de Bolsonaro no hospital deve passar pelo que é fundamental: a oficial de Justiça foi humilhada, constrangida e usada pelo sujeito.
Sem escrúpulos, ele usou a servidora para que o recado fosse enviado, não a Alexandre de Moraes, como dizem, mas aos manés que ele abandou no 8 de janeiro.
O resto é tudo obviedade: jogo de cena, teatro, tentativa de mostrar que está vivo em mais um gesto desesperado para afrontar o sistema de Justiça.
O que importa é: Bolsonaro humilhou uma servidora pública, uma mulher. Como tentava fazer com a deputada Maria do Rosário e com Dilma Rousseff. E se fosse um homem? É quase certo que teria se acovardado.

O Brasil, que nunca foi uma nação, mas tão somente um aglomerado de homo sapiens sapiens -, cujo único traço comum é falar uma das línguas menos importantes do mundo, a tal de língua portuguesa, um idioma tão relevante quanto o búlgaro ou o mongol, chegou ao ponto de ter como único TRIBUNAL que funciona, o TRIBUNAL DO CRIME do PCC. Justiça rápida, eficiente, célere, sem chicanas jurídicas, sem recursos a três ou quatro instâncias, sem custos, sem gastos, sem super salários, sem penduricalhos, sem 60 dias de férias. Taí o caso do assassino e estuprador da estudante DA USP Bruna, 27 anos, mãe de uma menina de 7 anos, em Itaquera. Em menos de UMA semana o facínora foi detido, conduzido ao “Tribunal”, julgado e sentenciado à morte. Os “juízes” o entregaram aos carrascos, que após uma sessão de TORTURA, furaram o “réu” com dezenas de facadas. Tá mortinho da silva, enterrado num cemitério, de onde certamente não vai fugir. Eis aí a República Federativa do Brasil, um país que não corre o menor risco de dar certo. Pra isso aqui virar uma Venezuela, falta pouquinho, pouquinho. E salve-se quem puder.