O NOME

O doleiro Lúcio Funaro faz uma denúncia por dia contra o jaburu-da-mala e o Quadrilhão. Propinas, encontros secretos, milhões, malas, dinheiro vivo.

A nova agora é esta: o jaburu ganhou dinheiro do grupo Bertin, como recompensa por uma ajuda que a empresa recebeu da Caixa.

Mas Funaro fala, fala e não acontece nada. Porque o doleiro não consegue dizer uma palavra, um nome mágico, para só assim sair da cadeia. Se disser, sua delação terá repercussão e efeito na Justiça. Se não falar, estará apenas se repetindo.

Eduardo Cunha já desistiu da delação porque não consegue dizer a palavra mágica. Se este nome não for citado, delação nenhuma tem valor. Por isso Cunha não consegue fechar o acordo de delação. Sem o nome esperado, nada feito.

Cunha vai apodrecer na cadeia, até o dia em que falar o nome que seus interrogadores querem ouvir. Palocci falou, para se candidatar a delator, mas assim mesmo pode levar chá de banco, porque cometeu um erro de amador.

Palocci falou antes de formalizar a delação, para conquistar a confiança do juiz Sergio Moro, e fez o estrago político esperado. Com o estrago feito, nem precisa delação formal.

Palocci já é delator, mas um delator amador, despreparado. Nunca será um Cerveró ou um Joesley. Palocci é forte candidato, ao lado de Eduardo Cunha e de Geddel das malas, ao título de grande bobão da Lava-Jato.

2 thoughts on “O NOME

  1. Não perderemos por esperar a CItacao do Nome. Mais dia menos dia o Judissiario brazileiro vai formalmente informar que as malas do Geddelzinho pertenciam ao Lula . Geddelzinho estava SÓ tomando conta.
    ESTÁ dizem ser a Bala de prata do Dr. MORrow, o Entreguista Destruidor de empresas e empregos brasileiros.

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