O sincretismo do extremista moderado
O sujeito colocou o boné da América grande de novo, para comemorar a eleição de Trump. Depois, chamou Alexandre de Moares de tirano e ditador, em cima de um caminhão na Avenida Paulista, ao lado de Malafaia.
E nessa sexta-feira, em evento do SBT em São Paulo, ao lado de Lula e de Alexandre de Moraes, Tarcísio de Freitas disse o seguinte:
“Às vezes se odeiam simplesmente porque pensam diferente. Logo aqui, no Brasil, o país do sincretismo, o país da tolerância, está na hora de mudar essa chave. Está na hora de dar a volta por cima. Nós podemos sim pensar diferentes. O debate vai acontecer na arena política. Mas a gente tem como construir a convergência. Um projeto de futuro”.
Aí está. O vacilão que não convenceu Bolsonaro de que é seu homem para 2026, que é chamado de candidato do sistema pelos filhos do presidiário e que não tem a confiança da direita, agora é conciliador e fala até de sincretismo.
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GAÚCHA
Mariângela Fialek, a Tuca, Investigada como operadora das emendas secretas para Arthur Lira, é gaúcha.
Luís Costa Pinto conta no ICL que a advogada entrou no mundo da assessoria política na Casa Civil do governo golpista de Michel Temer, em 2016, pelas mãos de Eliseu Padilha.
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ENTRETANTO
A Folha fez mais uma manchete sobre a falsa controvérsia da cassação do mandato de Carla Zambelli.
Esta é a manchete:
“Conflito sobre cassação de Zambelli esbarra em entendimentos diferentes da Constituição, dizem especialistas”
Logo abaixo, na linha de apoio da manchete, a Folha informa:
“Interpretação consolidada, entretanto, é que condenação em regime fechado e suspensão de direitos políticos impõem perda do mandato”.
Está no ‘entretanto’ a informação que deveria estar na manchete. Não há controvérsia, o que há é desobediência por parte de Hugo Motta e das facções da Câmara.
A manchete correta, para corresponder ao que está no texto, deveria ser esta:
“Hugo Motta afronta decisão do Supremo e cria falsa controvérsia”

Ferdinando, tá tudo bem com você, amigo?
O Neri é criminoso. Dá para notar pelo discursinho afetivo e afetado que é ele mesmo quem se passa por mim. Eu e o Ferdinando não nos tratamos por “amiguinho”. Esse palavreado fofinho tem dono.
Eu sou crítico de Jair Bolsonaro e quase nunca falo mal do Alexandre de Moraes. O Ferdinando não gosta do Moraes nem da esquerda. Concordamos em alguns pontos sobre Janja, os erros do Moisés, o politicamente correto e a podridão que é o Brasil. Não nos tratamos de modo fofo.
Para se ter uma ideia da esgotosfera da esquerda e da ignorância do Moisés:
_ Os petistas não estão nem aí em cometer crimes de falsidade ideológica por não gostarem da opinião dos outros. Eles não tolaram o contraditório.
_ Na ânsia de atacar a Folha, o leitor de manchetes comete uma estultíce sem tamanho. Não se usa “entretanto” em nenhum título de texto. Isso é a regra mais básica da produção textual. Qualquer candidato ao ENEM sabe disso, pois é a primeira lição nos cursinhos pré-vestibulares. Só o jornalista muito experiente aqui não sabe. Ou sabe mas precisa atacar seus colegas jornalistas.
A lá puxa tche! Neri por favor pare de dar mijada no bola tres.
O mesmo agora está jogando confete no outro facista, ele está bem fora da casinha. Só que nao dá para confiar nessa gente, entao mije a vontade.
Guinho, O Precoce, já falei que a afoiteza te leva a cometer erro atrás de erro. Procure direitinho e aponte o trecho em que o Moisés sugeriu um título substitutivo com o advérbio ‘entretanto’. Vais garantir teu emprego na bosta da Folha.
Advérbio? Advérbio?
QuaQuaQuaQua
Volta para a escola.
Tô falando, és forte candidato a uma vaga na bosta da tua Folha. São dois fascistas vira-latas e um lacaio puxa-saco pelo valor de um. Corra lá, guri!
A última linha do post é uma aula de interpretação de texto.