O Supremo é um perigo para um Congresso de facções e vigaristas
Dizem que é perigoso deixar que o Supremo continue ‘legislando’, como fez agora Gilmar Mendes ao restringir à Procuradoria-Geral da República o direito de pedir o impeachmet de ministros do STF.
Eu digo que hoje o Supremo é muitas vezes melhor ‘legislador’ do que o Congresso. Um milhão de vezes.
O Congresso aplicou o golpe contra Dilma e deu suporte político ao lavajatismo para o encarceramento de Lula.
O Congresso abriga as maiores quadrilhas da história da República, que distribuem R$ 50 bi por ano em emendas
alimentadoras de todo tipo de corrupção nos municípios.
O Congresso tem golpistas e gente sob investigação pelos crimes da pandemia até hoje.
O Congresso sabota a escola e a universidade públicas, o SUS, os programas sociais e tudo que beneficia o povo e tentou sabotar a isenção de Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil.
O Congresso tentou blindar os criminosos do Senado e da Câmara com a PEC da Bandidagem. E quase conseguiu amordaçar a Polícia Federal com o projeto ‘alternativo’ de Guilherme Derrite pró-facções.
O Congresso não é mais um antro de picaretas, como disse Lula um dia. É um antro de criminosos acumpliciados com milicianos, garimpeiros, desmatadores.
Pelo menos dois terços dos integrantes do Congresso são pilantras ou potenciais vigaristas, muitos da antiga direita hoje absorvida pela extrema direita.
O Congresso planejou e já está articulando um golpe via Senado contra o Supremo e contra Lula depois da eleição.
E o Supremo? O Supremo enfrentou o fascismo e pôs os golpistas na cadeia. Foi com o suporte de figuras do Supremo, em especial Alexandre de Moraes, que o TSE conseguiu realizar as eleições de 2022, apesar das sabotagens da extrema direita.
Foi o Supremo, e não o Congresso, que eliminou a discriminação às uniões homoafetivas, reconhecendo o direito à união estável entre casais do mesmo sexo, porque o Congresso covarde nunca deliberou a respeito.
Foi o Supremo que descriminalizou o porte de maconha para consumo pessoal, também porque o Congresso moralista e inerte nada decidia sobre o assunto. Também por covardia.
Foi o Supremo que enfrentou Bolsonaro na pandemia e decidiu que Estados e municípios tinham autonomia para decretar isolamentos e restrições ao ir e vir, enquanto o genocida queria mais matança.
O Supremo, e não o Congresso, acabou com a Lei de Imprensa do tempo da ditadura. O Supremo, por unanimidade, legitimou legalmente as pesquisas com células-tronco embrionárias realizadas no Brasil.
O Supremo, se for aceita a versão do fascismo de que vem legislando, é um grande legislador.

Texto irretocável !!
Eu não escrevi isso, pois nem li o texto. Coloque outro nome, oh vigarista.
Excelente texto. Mostra a importância do nosso voto na escolha dos representantes do legislativo, muitas vezes negligenciado.
“Importância do nosso voto na escolha dos representantes do legislativo” kkkkkkkkkkkkkkk Esse Reinaldo Lima é um comediante. Ainda existe Poder Legislativo no Brasil ?
Esta critica ao comentário do renato, só poderia vir de um abostado até a nuca. Depois o neri dá uma mijada nele e ele fica mais séria que criança cagada.