O triste fim de Amin: ser trocado por Carluxo
Carluxo será candidato a senador por Santa Catarina, por imposição do pai dele. Vai concorrer pelo PL, já está em campanha e se mudou para São José, perto de Florianópolis. Virou manezinho.
Carluxo pode conseguir o que o véio da Havan não teve, quando até pretendeu ser candidato, mas desistiu no meio do caminho em 2022. Hoje, o véio é inelegível, por condenação no TSE.
Um vereador medíocre do Rio vai representar um Estado que ele não conhece e que já teve esses nomes no Senado: Hercílio Luz, Nereu Ramos, Konder Reis, Vilson Pedro Kleinübing, Luiz Henrique da Silveira, Casildo João Maldaner, Jorge Bornhausen, Nelson Wedekin, Ideli Salvatti, Raimundo Colombo.
O problema é que uma das vagas da extrema direita seria da deputada Carol De Toni, do PL, e a outra do senador e ex-governador Esperidião Amin, do União Progressista.
Amin, que dominou a política de Santa Catarina por décadas, vai perder a vaga para Carluxo? Bolsonaro manda mesmo em SC? A outra saída seria tirar Carol do jogo e deixar Carluxo e Amin.
E se Carluxo fosse candidato pelo Rio Grande do Sul, fazendo dobradinha com Eduardo Leite como nomes fortes da direita? Será que nunca pensaram? Fariam a dupla Carleite ou Leiluxo.
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COVARDIA
O The New York Times se acovardou na cobertura dos protestos do ‘No kings’ contra Trump. Encolheu-se mais do que os outros jornalões americanos.
No sábado, não destacou no alto da capa as passeatas contra o fascista. A chamada estava escondida abaixo da primeira tela.
O USA Today deu de manchete durante todo o sábado, o The Wall Street Journal destacou os protestos ao lado da manchete e o Washington Post empurrou a notícia para o pé do site.
No domingo, a chamada de capa do NYT foi parar lá embaixo, entre títulos secundários, sumiu da capa do Wall Street, parou na terceira tela da página do Washington Post e só ficou no alto da capa, à esquerda, no USA Today.
O que aconteceu com o NYT, que escondeu a notícia no sábado e no domingo? O fascismo dobrou o que seria a última trincheira de resistência das corporações de mídia ao fascismo?

Vi algumas fotos e tinha menos gente do que as manifestações do Guilherme Boules com a Erika Hilton, ou seja, meia dúzia de gatos pingados. O The New York Times, embora em completa e total decadência e irrelevancia, ainda é um jornal que cobre fatos relevantes. Mas tendo em vista que essa MICARETA flopada não teve relevância nenhuma, então está correto o tabloide em ignorar festinhas WOKES.
O Espiridiao “ISENTÃO” Amin, um insuportável passador de pano, sempre mais interessado em fazer gracinhas e contar piadinhas sem graça nas comissões e no plenário do Senado, já passou da hora de se aposentar. Sou totalmente contra essa candidatura forasteira do Carluxo. Defendo a dobradinha Caroline de Toni e Julia Zanatta para o Senado. a primeira é de Chapecó e a segunda é de Criciúma. Catarinenses da gema. Não faltará legenda para elas. Seria uma dupla IMBATÍVEL.
Lendo a notícia sobre o roubo de joias no Louvre, constato melancolicamente que a França ACABOU. Foi completamente destruída pela esquerda globalista woke, aquela financiada por George Soros, Bill Gates, os banqueiros Rottschilds, e outros BILIONÁRIOS do Clube de Bilderberg. Dentro de 50 a 80 anos os franceses legítimos (um povo composto da miscigenação entre franco-germânicos e celtas), deixará de existir, para dar lugar a Árabes muçulmanos do Marrocos, da Argélia, da Tunísia, da Líbia, do Egito, e por povos da África negra – Senegal, Ghana, Mali, Costa do Marfim, Togo, Camerun, Congo, Etiopia, Somália, Eritreia, etc. Todos muçulmanos também. Será ainda o fim total do Cristianismo em território francês. A França será uma TEOCRACIA ISLÂMICA. Os franceses não fazem mais filhos. Já os imigrantes fazem 5, 6, 7, 8 por família. É uma questão matemática. Só faltam os cálculos mais precisos quanto à data do desaparecimento completo dos franceses sobre a face da Terra. Eu chuto entre 50 a 80 anos.