OBRIGATÓRIA, MAS NEM TANTO

O Supremo decidiu que a vacinação contra a Covid-19 pode ser exigida pelo governo federal e por Estados e municípios.

Isso não significa que a vacina será compulsória, até porque nem teria como sair atrás de mais de 40 milhões de pessoas que não pretendem se vacinar.

Ficou assim: se quiserem, os governos podem definir em lei e normas as restrições a quem não se vacinou.

Por exemplo: sem prova de que se vacinou, uma pessoa não poderia frequentar espaços públicos de uso coletivo. Ou não poderia atuar na área da saúde, ou não entraria naquele cercado do Alvorada onde fica a claque do Bolsonaro.

Resumindo: não vai dar nada. Porque Bolsonaro e muitos governadores (talvez a maioria) preferem a gandaia geral. Alguém acredita que algum governador ou prefeito vai impor ou propor normas de restrição?

Eu duvido. Espero estar errado.

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ALMOXARIFADO
É chocante ver Eduardo Pazuello, agora engravatado, falando sobre a farsa do plano de vacinação.

Há uma tentativa de passar a imagem de chefão. Mas Pazuello é o subchefe do almoxarifado empurrado para o comando do plano de combate à maior tragédia sanitária e social enfrentada pelo país.

Mas um subchefe que não sabe o estoque de nada, não conhece os fornecedores e ainda corre com gritos quem chega no guichê pedindo alguma coisa.

Pazuello conseguiu ser uma figura mais patética do que Damares.
Damares pelo menos vê Jesus na goiabeira.

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