OS JORNAIS A SERVIÇO DE SERGIO MORO

As redações de hoje dos grandes jornais foram mais amordaçadas pelo golpe de 2016 do que as redações que enfrentaram o golpe de 64.
No pós-64, as grandes redações reagiam, principalmente depois de 68. Hoje, a possibilidade de reação de uma maioria progressista de operários do jornalismo é quase nula.
O golpe corroeu a capacidade de resistência dentro das redações, porque os altos comandos das empresas também foram protagonistas da dominação exercida pelos patos e pelo Judiciário.
Em 68, esses altos comandos se rebelaram para defender seu negócio. Hoje, estão conformados com a tarefa que a eles foi entregue.
A função dos jornais, dois anos depois do agosto de 2016, é quase subalterna. Eles se resignaram a fazer assessoria de imprensa para o golpe. Os jornais são assessores de luxo de Sergio Moro.
É o que pretendo abordar no encontro com o deputado e também jornalista Paulo Pimenta, líder do PT na Câmara, nesse encontro de segunda-feira.

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