Lula avisa: eles fugiram do Vietnã e serão derrotados aqui

Além de provocar o caos no sistema financeiro, Trump pode precisar de uma ação espetacular na sua caçada a terroristas no Brasil. Ordenaria uma invasão da Força Delta, como aconteceu na Venezuela, não aos palácios do Planalto e da Alvorada, mas a uma comunidade do Rio. As manchetes do dia seguinte, no Globo, na Folha

Trump sabe: Bolsonaro está preso em casa como chefe fracassado de uma organização criminosa

Flávio Bolsonaro, o político que homenageava milicianos com honrarias, reagiu assim à decisão do governo americano de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas: “Grande dia”. O brasileiro médio, que acredita que a Terra seja plana, que faz sabotagens contra as vacinas e duvida das urnas eletrônicas, consegue entender o que isso

A manchete sonegada: em quase oito anos, Flávio Bolsonaro nunca criou uma lei

Esta é a chamada de capa da Folha, com um balanço do que teria sido até aqui a vida parlamentar medíocre do candidato do pai a presidente da República: “Flávio Bolsonaro mirou segurança, mas não teve projetos próprios transformados em lei”. Mas a informação que deveria estar na manchete está logo no começo do texto:

A vitória das mulheres da Câmara e a reação do véio da Havan

Teve um tempo, nem tão distante, em que os jornais procuravam figuras chamadas José Mindlin, Antônio Ermírio de Moraes, Mário Amato, Horácio Lafer Piva e Oded Grajew para que falassem em nome do que ainda chamam de empresariado. Não há mais empresários equivalentes e com o protagonismo que eles tiveram. A maioria já morreu ou

O colunismo dos jornalões, para todos os gostos

Escolha o seu colunista e decida o que fazer com os terroristas, incluindo os golpistas fascistas: Bernardo Mello Franco, no Globo: “Boia lançada por Trump pode virar âncora e afundar Flávio Bolsonaro” Carlos Andreazza, no Estadão: “Trump dá contribuição à agenda de Flávio, à qual Lula terá dificuldade de contrapor” Vera Magalhães, no Globo: “Timing

O promotor, o pesquisador e a arapuca fascista

Uma síntese da opinião de Lincoln Gakiya, promotor de São Paulo, que há 20 anos combate o crime organizado, sobre a decisão de Trump de caçar ‘terroristas’ no Brasil: Vai dificultar a troca de informações que já existe hoje, porque o assunto passa a ser da defesa nacional americana e será tratado como questão confidencial

Até os milicianos sabem que Trump e os Bolsonaros montaram uma grande farsa

Os Bolsonaros estão terrivelmente preocupados com o crime organizado. Por isso aconselharam Trump a combater os terroristas do PCC e do Comando Vermelho. Vai colar no eleitorado que ainda não decidiu o voto? Vai emocionar a classe média viciada em antilulismo, mas ainda não o suficiente para votar no filho ungido? Os caras são amigos

Caçar terroristas? Nada disso. O plano é espalhar o terror

A conclusão de consenso é a que está mais à mão: Trump largou uma bola nas costas de Lula, depois de aparentemente lidar bem com as posições e os sentimentos do brasileiro em relação às questões controversas com os Estados Unidos. A possibilidade de enquadramento do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas não

Erika Hilton, os sinhozinhos, os escravos e o racismo

Vejam esse comentário infeliz de William Waack em artigo no Estadão, com essa chamada de capa: “Celebrando o atraso: tramitação do fim da 6×1 é aula sobre o Brasil patrimonialista. O marketing político do governo se empenhou em transformar empregadores em senhores de senzala e empregados em seres hipossuficientes que só o Estado protege”. William

Caso Neymar pode se transformar no maior escândalo da Seleção

A presença de Neymar na Seleção, sem condições até de treinar, como informaram hoje, cria uma situação suspeita. Pode se transformar no grande escândalo da história da Seleção. E a Seleção é muito mais do que futebol. Neymar baleado e mesmo assim convocado, para manter patrocínios, ameaça a imagem de uma instituição nacional já degradada